Seu filho anda dizendo por aí que quer ser o próximo Michael Phelps e Cesar Cielo das piscinas? Quer ser o homem mais rápido do mundo como o jamaicano Usain Bolt? Ou já ensaia saltos no quintal a la Maurren Maggi? Os atletas que brilharam nas Olimpíadas de Pequim contagiam as crianças, porque são vistos como heróis. Esse é o momento para os pais perceberem o gosto dos filhos pelos diferentes esportes e pela prática de atividade física.
Na idade infantil e adolescência, o hábito ensina a conviver em sociedade, competir, ganhar e perder, respeitar as regras e a hierarquia. “A atividade física dá agilidade, ajuda no desenvolvimento do corpo, melhora a respiração e, também, a sociabilidade”, explica Renato Romani, médico do esporte e pesquisador da Unifesp, de São Paulo. Sem pressão Mas nada de se empolgar e bancar o pai-técnico rigoroso.
O esporte na infância deve ser prazeroso, como uma brincadeira, ou então poderá afugentar os iniciantes. Os exageros de treinamento, o excesso de pressão e cobranças por resultados podem provocar efeitos físicos e psicológicos na criançada. “Se os pais e responsáveis não tiverem essa percepção, as crianças podem desenvolver a “Síndrome da Criança Atleta”, com reações psicossomáticas que desencadeiam vômitos, diarréia e febre”, alerta Romani. Veja abaixo quais exercícios são mais indicadas para cada faixa etária na infância e adolescência Crianças de 3 a 5 anos - Os pequenos devem praticar atividades com variações de movimentos para sentir o clima esportivo.
Mas sempre com a conotação de brincadeira. Normalmente, os pais esportistas influenciam os filhos, colocando-os nos esportes que já praticam.
Sugestões:
natação, balé, judô, ginástica olímpica, futebol, circo, tênis. 5 a 8 anos - Nessa fase, os movimentos começam a ganhar mais técnica e evolução. Mas as brincadeiras que fazem parte do dia-a-dia, como pular corda, pega-pega e esconde-esconde, em que eles aprendem a se movimentar não devem fica de fora.
Sugestões: natação, balé, judô, ginástica olímpica, futebol, circo, tênis.
Fonte: Abril.com
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
sábado, 23 de agosto de 2008
Campanha contra pólio em SP é prorrogada até dia 29
A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo prorrogou novamente a campanha de vacinação contra poliomielite. Agora, as doses serão oferecidas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) da cidade até a sexta-feira da semana que vem. Antes, a campanha, prevista para ser realizada apenas no dia 9, havia sido estendida até amanhã. O novo prazo é mais uma tentativa da pasta de imunizar 95% das crianças menores de 5 anos. Segundo a Coordenação de Vigilância em Saúde da secretaria, até quarta-feira da semana passada, 700 mil crianças foram vacinadas, o equivalente a 82% da população alvo. As UBS funcionam das 8 às 17 horas. Informações sobre os endereços dos postos de vacinação podem ser obtidas no telefone 156.Fonte: A Tarde online
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Anvisa recomenda não dar mel a crianças com menos de um ano
Preocupação é com bactéria que provoca o botulismo, infecção que pode ser fatal
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nota nesta terça (19) em que recomenda que crianças com menos de um ano de idade não consumam mel. A preocupação é em prevenir a ingestão da bactéria que provoca o botulismo, que causa uma infecção potencialmente fatal. Segundo pesquisa da agência, 7% das amostras de mel testadas no Brasil continham a microorganismo Clostridium botulinum. A bactéria é uma ameaça em especial para crianças muito novas, que ainda não têm a flora intestinal (conjunto de micróbios no intestino) completamente formada e portanto não podem combater o invasor. Se não for tratada a tempo, a doença dificulta os movimentos respiratórios e pode até matar. Em adultos saudáveis, a ingestão do Clostridium não gera qualquer tipo de problema para a saúde. Apesar de não haver confirmação de casos no país, o objetivo da Anvisa é de fazer um trabalho de prevenção.
Fonte: Abril.com
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nota nesta terça (19) em que recomenda que crianças com menos de um ano de idade não consumam mel. A preocupação é em prevenir a ingestão da bactéria que provoca o botulismo, que causa uma infecção potencialmente fatal. Segundo pesquisa da agência, 7% das amostras de mel testadas no Brasil continham a microorganismo Clostridium botulinum. A bactéria é uma ameaça em especial para crianças muito novas, que ainda não têm a flora intestinal (conjunto de micróbios no intestino) completamente formada e portanto não podem combater o invasor. Se não for tratada a tempo, a doença dificulta os movimentos respiratórios e pode até matar. Em adultos saudáveis, a ingestão do Clostridium não gera qualquer tipo de problema para a saúde. Apesar de não haver confirmação de casos no país, o objetivo da Anvisa é de fazer um trabalho de prevenção.
Fonte: Abril.com
sábado, 9 de agosto de 2008
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